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Queda no tempo médio para abertura de empresas ajuda Brasil a subir em ranking mundial

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Segundo o ranking Doing Business 2019, que mede a facilidade que há em um país para se fazer negócios no mundo, o Brasil subiu da 125ª colocação para o 109º posto. Essa escalada de 16 posições se deve principalmente, de acordo com o Banco Mundial (responsável pela pesquisa), pela redução no tempo gasto para abrir uma empresa.

Conforme aponta o relatório, hoje em dia é necessário, em média, apenas 20 dias para abrir um negócio no Brasil. Anteriormente, a média era de 82 dias.

As grandes responsáveis por essa queda no tempo médio para dar início a um empreendimento foram as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Isso porque os dois municípios colocaram em prática no último ano processos de certificação eletrônica para empresas, além de facilitar a criação de negócios, através de sistemas online para o registro, licenciamento e notificação de emprego.

Ainda de acordo com o Banco Mundial, isso fez com que o país avançasse no item “Abrir uma Empresa”, subindo 36 posições apenas nesse quesito (da 176ª para a 140ª posição).

Poderia ser melhor

Apesar disso, o relatório pondera que o crescimento brasileiro poderia ser ainda maior, já que até nos dias de hoje é necessário um grande número de procedimentos para que o empreendedor possa abrir seu negócio: 11, ao todo.

Dessa forma, o Brasil ainda encontra-se distante da média na América Latina de oito dias para a abertura de empresas.

Além disso, 109ª posição conquistada ainda posiciona o Brasil bem distante das demais economias emergentes, como Rússia (31ª posição), China (46ª), Índia (77ª) e África do Sul (82ª).

A classificação Doing Business conta com 190 países e teve novamente como líder a Nova Zelândia. Em segundo lugar aparece Cingapura, seguida por Dinamarca, Hong Kong e Coréia do Sul.

Aspectos positivos

O estudo Doing Business 2019 ainda apontou outros avanços conquistados pelo Brasil e que fizeram com que a nação subisse de posição no ranking: maior acesso ao crédito para microempreendedores e a criação de um sistema eletrônico que aperfeiçoa a gestão das interrupções de energia e o planejamento da distribuição.

Esse último ponto, por exemplo, ajudou a aumentar a confiabilidade do fornecimento de eletricidade, fazendo com que o país subisse para a 40ª colocação no item.

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