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Rombo da Previdência cresce 8% e passa dos R$ 290 bilhões.

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Segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional, o Brasil encerrou o ano de 2018 com um déficit da Previdência de R$ 290,297 bilhões. Esse valor representa um aumento de 8% em relação ao registrado ao final de 2017.

Em números absolutos, o rombo da Previdência aumentou R$ 21,5 bilhões. Para chegar a esse valor, o Tesouro levou em conta os déficits somados do setor privado, servidores públicos da União e dos militares.

INSS

Entre todas as Previdências, a que apresentou o maior crescimento em seu déficit foi a do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que responde pelos trabalhadores do setor privado. Nesse caso, o rombo aumentou 7%, passando de R$ 182,45 bilhões em 2017 para R$ 195,19 em 2018.

Entre os militares,o aumento foi de R$ 6,3 bilhões: de R$ 37,6 bilhões para R$ 43,9 bilhões. Já no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), que engloba os servidores públicos civis da União, o resultado em 2018 foi de um déficit de R$ 46,4 bilhões, contra R$ 45,2 bilhões do ano anterior.

Por fim, no Fundo Constitucional do Distrito Federal, que complementa o salário de servidores das áreas de saúde, educação e segurança do DF, o rombo subiu de R$ 3,42 bilhões para R$ 4,8 bilhões.

Reforma em foco

De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, apenas com uma reforma da Previdência será possível amenizar o crescimento do rombo.

“Se não houver reforma da Previdência, a situação vai se agravar e não haverá ajuste fiscal. Isso não só no governo federal, mas também nos estados. O Brasil está passando por um processo de envelhecimento muito rápido. Se o país não fizer uma reforma da Previdência, será impossível um ajuste fiscal”, alerta.

Ainda segundo ele, a proposta feita pelo governo anterior, de Michel Temer, não avançou por conta da falta de apoio dos estados. “Na proposta de 2016, não tínhamos governadores engajados na reforma da Previdência. Agora temos um conjunto de novos governadores que defendem a reforma porque precisam controlar a despesa com pessoal nos estados”, explicou.

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